O Centro ESPÍRITA MEIMEI VIRTUAL é uma extensão da SOCIEDADE ESPÍRITA KARDECISTA MENSAGEIROS/GDMEM.Sociedade civil,filantrópica e assistêncial que segue os ensinos de Jesus com as orientações de Allan Kardec.Visa a difusão espírita através da prática do Cristianismo redivivo..
domingo, 1 de dezembro de 2013
O Evangelho Segundo o Espiritismo Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra
Aprendestes que foi dito: olho por olho e dente por dente. — Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal que vos queiram fazer; que se alguém vos bater na face direita, lhe apresenteis também a outra; — e que se alguém quiser pleitear contra vós, para vos tomar a túnica, também lhes entregueis o manto; — e que se alguém vos obrigar a caminhar mil passos com ele, caminheis mais dois mil. — Dai àquele que vos pedir e não repilais aquele que vos queira tomar emprestado. (S. MATEUS, cap. V, vv. 38 a 42.)
Os preconceitos do mundo sobre o que se convencionou chamar “ponto de honra” produzem essa suscetibilidade sombria, nascida do orgulho e da exaltação da personalidade, que leva o homem a retribuir uma injúria com outra injúria, uma ofensa com outra, o que é tido como justiça por aquele cujo senso moral não se acha acima do nível das paixões terrenas. Por isso é que a lei mosaica prescrevia: olho por olho, dente por dente, de harmonia com a época em que Moisés vivia. Veio o Cristo e disse: Retribui o mal com o bem. E disse ainda: “Não resistais ao mal que vos queiram fazer; se alguém vos bater numa face, apresentai-lhe a outra.” Ao orgulhoso este ensino parecerá uma covardia, porquanto ele não compreende que haja mais coragem em suportar um insulto do que em tomar uma vingança, e não compreende, porque sua visão não pode ultrapassar o presente.
Dever-se-á, entretanto, tomar ao pé da letra aquele preceito? Tampouco quanto o outro que manda se arranque o olho, quando for causa de escândalo. Levado o ensino às suas últimas conseqüências, importaria ele em condenar toda repressão, mesmo legal, e deixar livre o campo aos maus, isentando-os de todo e qualquer motivo de temor. Se se lhes não pusesse um freio as agressões, bem depressa todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da Natureza, obsta a que alguém estenda o pescoço ao assassino. Enunciando, pois, aquela máxima, não pretendeu Jesus interdizer toda defesa, mas condenar a vingança. Dizendo que apresentemos a outra face àquele que nos haja batido numa, disse, sob outra forma, que não se deve pagar o mal com o mal; que o homem deve aceitar com humildade tudo o que seja de molde a lhe abater o orgulho; que maior glória lhe advém de ser ofendido do que de ofender, de suportar pacientemente uma injustiça do que de praticar alguma; que mais vale ser enganado do que enganador, arruinado do que arruinar os outros. É, ao mesmo tempo, a condenação do duelo, que não passa de uma manifestação de orgulho. Somente a fé na vida futura e na justiça de Deus, que jamais deixa impune o mal, pode dar ao homem forças para suportar com paciência os golpes que lhe sejam desferidos nos interesses e no amor-próprio. Daí vem o repetirmos incessantemente: Lançai para diante o olhar; quanto mais vos elevardes pelo pensamento, acima da vida material, tanto menos vos magoarão as coisas da Terra.
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XII, itens 7 e 8.)
HOMOSSEXUALIDADE
HOMOSSEXUALIDADE
Pergunta - Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?
Resposta: - Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar. Item n° 202, de "O Livro dos Espíritos".
A homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com uma outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação.
Observada a ocorrência, mais com os preconceitos da sociedade, constituída na Terra pela maioria heterossexual, do que com as verdades simples da vida, essa mesma ocorrência vai crescendo de intensidade e de extensão, com o próprio desenvolvimento da Humanidade, e o mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie, somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade ao respeito e à atenção devidos às criaturas heterossexuais.
A coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos, para se erguerem como agentes mais elevados de definição da dignidade humana, de vez que a individualidade, em si, exalta a vida comunitária pelo próprio comportamento na sustentação do bem de todos ou a deprime pelo mal que causa com a parte que assume no jogo da delinqüência.
A vida espiritual pura e simples se rege por afinidades eletivas essenciais; no entanto, através de milênios e milênios, o Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.
O homem e a mulher serão desse modo, de maneira respectiva, acentuadamente masculino ou acentuadamente feminina, sem especificação psicológica absoluta.
A face disso, a individualidade em trânsito, da experiência feminina para a masculina ou vice versa, ao envergar o casulo físico, demonstrará fatalmente os traços da feminilidade em que terá estagiado por muitos séculos, em que pese ao corpo de formação masculina que o segregue, verificando-se análogo processo com referência à mulher nas mesmas circunstâncias.
Obviamente compreensível, em vista do exposto, que o Espírito no renascimento, entre os homens, pode tomar um corpo feminino ou masculino, não apenas atendendo-se ao imperativo de encargos particulares em determinado setor de ação, como também no que concerne a obrigações regenerativas.
O homem que abusou das faculdades genésicas, arruinando a existência de outras pessoas com a destruição de uniões construtivas e lares diversos, em muitos casos é induzido a buscar nova posição, no renascimento físico, em corpo morfologicamente feminino, aprendendo, em regime de prisão, a reajustar os próprios sentimentos, e a mulher que agiu de igual modo é impulsionada à reencarnação em corpo morfologicamente masculino, com idênticos fins. E, ainda, em muitos outros casos, Espíritos cultos e sensíveis, aspirando a realizar tarefas específicas na elevação de agrupamentos humanos e, conseqüentemente, na elevação de si próprios, rogam dos Instrutores da Vida Maior que os assistem a própria internação no campo físico, em vestimenta carnal oposta à estrutura psicológica pela qual transitoriamente se definem. Escolhem com isso viver temporariamente ocultos na armadura carnal, com o que se garantem contra arrastamentos irreversíveis, no mundo afetivo, de maneira a perseverarem, sem maiores dificuldades, nos objetivos que abraçam.
Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual. E para que isso se verifique em linhas de justiça e compreensão, caminha o mundo de hoje para mais alto entendimento dos problemas do amor e do sexo, porquanto, à frente da vida eterna, os erros e acertos dos irmãos de qualquer procedência, nos domínios do sexo e do amor, são analisados pelo mesmo elevado gabarito de Justiça e Misericórdia. Isso porque todos os assuntos nessa área da evolução e da vida se especificam na intimidade da consciência de cada um.
Emmanuel
Fonte: Livro: VIDA E SEXO, capítulo 21
No Centro Espírita
No Centro Espírita
Quando uma pessoa entra no Centro Espírita, que tem uma psicosfera vibratória adequada, já esta protegida dos seus desafetos. Quando ela se adentra, os espíritos benevolentes começam a fazer um tratamento adequado, segundo as necessidades que apresenta.
Então, verifica-se que durante a palestra há verdadeiros fenômenos nessa área, porque o encarnado está fora da sintonia do desencarnado, que o está atormentando, e prestando atenção ao conteúdo da exposição. Esta ocorrência permite aos benfeitores espirituais a realização de cirurgias perispirituais, visando, assim, colocar um ponto final naquelas ligações fluídicas, que são o motivo da implantação da obsessão no que se refere ao encarnado. Ali, ouvindo a palestra, ele se renova mentalmente, emocionalmente e, durante todo aquele percurso, ocorre o que se pode chamar de uma veemente psicoterapia de apoio para o encarnado, porque o mesmo recebe uma terapia de ordem psicológica de salutar eficiência para a questão desobsessiva.
Quando sair da Casa Espírita, vai depender dele próprio a continuidade dos benefícios, permanecendo na sintonia do bem, ou, então, voltar a sintonizar em uma faixa vibratória inferior e, portanto, com seus desafetos desencarnados.
Vigiai e Orai, disse o Mestre Incomparável: JESUS!
Manoel Philomeno de Miranda (espírito) / psicografia de Divaldo Franco. Livro: Trilhas da Libertação
O AMOR DE DEUS
O amor de Deus é igual para todos,
ninguém é mais que ninguém, e portanto ninguém é privilegiado em suas reencarnações,
o espírito pode nascer rico ou pobre, com saúde ou doente, em família ou abandonado,
pode ter cinqüenta anos para viver em nosso meio ou pode ter apenas um ano,
o que determina estas coisas são as cargas e carmas que o espírito carrega de outras vidas,
ele mesmo acaba fazendo seu caminho por várias e várias reencarnações,
e geralmente o espírito sabe que quem causou algum sofrimento a ele, foi ele mesmo,
porque Deus não causa sofrimento a ninguém,
Deus é perfeito, piedoso e generoso,
e nunca iria causar sofrimento, ou determinar que um espírito encarnasse aqui na terra sob o julgo de estar aleijado ou cego, sem que aquele espírito causasse isso ele mesmo.
***UMBANDA E CANDOBLÉ NÃO SÃO ESPIRITISMO
***UMBANDA E CANDOBLÉ NÃO SÃO ESPIRITISMO - O termo Espiritismo, espírita e espiritista foi criado por Allan Kardec em abril de 1857 quando do lançamento do Livro dos Espíritos. Kardec criou estas palavras para diferenciar os conceito novos que a Doutrina dos Espíritos vinham trazer de outros conceitos de outras práticas religiosas até então. Tudo isso para que as pessoas pudessem discernir o Espiritismo de outras religiões. O Candomblé e outras práticas de origem africana e indígena são praticas seculares, existiam muito antes da Codificação Espírita. A Umbanda por sua vez surgiu após o Espiritismo, no ano de 1904 através de um médium chamado Zélio Moraes do Rio de Janeiro-RJ. Tanto o Candomblé como a Umbanda possuem práticas exteriores e não praticam a mediunidade conforme os postulados kardequianos, e por isso não tem nada a ver com o Espiritismo.
domingo, 17 de novembro de 2013
A BÍBLIA CONDENA O ESPIRITISMO?
Muitos, que não conhecem a Doutrina Espírita, dizem que a Bíblia condena o Espiritismo. Mas, em verdade, a Bíblia não condena o Espiritismo. Porque, quando a Bíblia foi elaborada, reunidos os vários livros que compõem, não havia o Espiritismo, havia fenômenos mediúnicos. A Bíblia está cheia de comunicações com os "mortos" e de fenômenos mediúnicos para mostrar que ambos não foram inventados pelos espíritas.
A Bíblia é um conjunto de livros, e esse conjunto todo, Antigo e Novo Testamento, foi escrito ao longo de 1571 anos (quase 16 séculos), começou por Moisés em 1437 a.C., até João em 98 d.C...
Espiritismo é um vocábulo criado em 1857 por Allan Kardec, e que define uma nova ordem de idéias, afim de diferenciá-lo do que era conhecido por espiritualismo.
ESPIRITISMO é uma doutrina filosófica, científica e religiosa.
ESPIRITUALISMO é a crença em algo além da matéria.
Muitas crenças crêem na comunicação com os espíritos (espírito santo, caboclos, etc.), mas não são espíritas, porque não seguem os ensinamentos trazidos pelos espíritos através de médiuns e organizado por Allan Kardec.
Na verdade, o que a Bíblia proíbe é a evocação dos mortos, conforme se lê em Moisés. Esta proibição por si já é a prova que os espíritos poderiam se comunicar, pois como proibir algo que não existe? (Deuteronômio cap.18 - v 9 a14). E esta proibição aconteceu para inibir os abusos. Se hoje há abuso, imaginemos naquela época. Exemplo: procurar um(a) médium para pedir aos espíritos favores materiais como: destruir casamento, pessoas, etc.; buscar solução para problemas familiares, financeiro, sentimental, etc.; e para alcançar o desejado, muitos usam rituais que sacrificam animais, e até crianças . . . Lembrando que espíritos que pedem sacrifícios animais ou humanos, bebidas, charutos, comida, etc., e se propõe a fazer mal ao próximo, não são espíritos de grande evolução. Os que buscam, os que intermediam e o espírito que aceita tal trabalho estão contrariando a Lei de Deus. Respeitamos o livre arbítrio de cada um, mas, devemos advertir que não é uma prática espírita, ou melhor, cristã.
Nós espíritas, nas práticas mediúnicas, tentamos esclarecer aos espíritos maldosos e viciosos, sobre a colheita dos seus atos; conversamos também com espíritos revoltados, apegados à matéria, que não entendem sua condição de desencarnado; ou com espíritos odiosos que para vingar-se, tornam-se obsessores na vida daquele que lhe fez mal; damos à outros espíritos a oportunidade de comunicar-se com a família, para trazer consolo, paz, como fez Chico Xavier por muitos anos, lembrando que tais mensagens ajudavam a retirar a revolta, o ódio, a vingança, o suicídio, do coração dos familiares; ou então, recebemos mensagens que nos aconselham como agir no dia-a-dia de maneira cristã, como as mensagens de Emmanuel, André Luiz, Joanna de Ângelis, etc.
Nós espíritas, evocamos os "MORTOS" quando há uma intenção útil, como fez Allan Kardec, ou quando fazemos preces à eles. Pois a prece nos liga, pelo pensamento, com os desencarnados. E quando eles querem (e podem) se comunicar, são eles que nos evocam. Aliás, não só nós espíritas, mas todos aqueles com sensibilidade mediunica. Já que a mediunidade não foi inventada pelos espíritas, e nem é de nossa propriedade.
Na Bíblia, por exemplo, há várias comunicações mediunicas, e o Espiritismo nem existia. Um exemplo é o rei Saul buscando uma médium para aconselhar-se com Samuel que já estava “MORTO”. Essa passagem está em I Samuel, cap. 28: vv 8 á 15. O rei Saul proibiu a evocação de mortos, mas ele mesmo a transgrediu. Agora perguntemos: Jesus transgrediu a lei de Moisés, quando evocou os espíritos do próprio Moisés e de Elias no monte Tabor? Será que Moisés deu um puxão de orelha em Jesus dizendo: “Você transgrediu a minha lei?” Claro que não. Jesus apenas mostrou aos apóstolos que a vida é eterna, que ninguém morre. Sua evocação foi para algo útil. Ali Ele liberou a comunicação com os "MORTOS". Afinal, se os espíritas transgridem a lei de Moisés que está em Deuteronômio 18:11, as religiões que nos condenam, seguem todas as outras leis? Por exemplo: A lei de Moisés que está em Deuteronômio 21-18à21 e diz: "Os filhos desobedientes e rebeldes, que não ouçam seus pais e se comprometam no vício, serão apedrejados até a morte." Quem segue esta lei? Graças a Deus, não vemos pais apedrejando filhos por aí. Aliás, quantas igrejas, templos, estariam vazios, pois a maior parte dos "convertidos" foram, ou são, filhos desobedientes e rebeldes. Em seus depoimentos, muitos dizem "eu sou ex-viciado", "sou ex-detento", "dei muito desgosto para minha família", etc. Portanto, se a lei de Moisés fosse aplicada, não daria tempo de “aceitar Jesus” ou se "converter" a qualquer religião, porque estaríamos mortos.
Kardec nos adverte no cap. XVIII, item 51 dizendo: “Lançar reprovação contra os que não pensam como nós, é reclamar essa liberdade para nós e recusá-la aos outros . . ."
sábado, 27 de abril de 2013
CULTO DO EVANGELHO NO LAR
“ Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estarei eu no meio deles.”
Matheus 18:20
1. O que é o Evangelho no Lar?
E uma reunião dos integrantes da família, onde se estuda os ensinamentos de Jesus, com base n’O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. Sua prática constante visa a reflexão sobre nossa conduta diária e a adequação de nossos atos dentro dos princípios cristãos, propiciando, ainda, uma higienização da atmosfera psíquica do lar. O Evangelho no Lar não deve ser transformado em uma sessão mediúnica e, sob insistente recomendação do Plano Espiritual Maior, não se devem realizar sessões de desenvolvimento mediúnico ou de desobsessão no ambiente familiar, pois os lares não estão preparados para esses tipos de trabalhos, que requerem condições vibratórias especiais, só encontráveis nos Centros Espíritas.
2. Como implantar o Evangelho no Lar?
Determine, ao menos uma vez na semana, um horário que seja conveniente para a família, tendo em mente que o Evangelho dura, em média, 30 minutos e não deve prolongar-se excessivamente. Respeitando sempre o dia e o horário, reuna-se com o maior número possível de componentes de seu lar.
Crianças podem tomar parte na reunião, executando tarefas como fazer a prece de abertura ou de encerramento. Visitantes ocasionais podem ser convidados a participar, explicando, caso não sejam espíritas, que não se trata de sessão espírita, mas de um breve estudo do Evangelho, seguido de preces.
3. Por quanto tempo deve ser realizado o Evangelho no Lar?
Sua pratica deverá ser constante; salvo circunstâncias especialíssimas, nada deverá impedir sua realização. Mesmo que somente um membro da família esteja em casa no momento aprazado, o Evangelho deverá ser lido em voz alta, seguindo os mesmos procedimentos rotineiros. Caso toda a família esteja ausente, porém reunida em lugar possível, deverá ser feito o Evangelho, no mesmo horário de costume. O Evangelho no Lar é um recurso de extraordinária importância de que se utiliza o Plano Espiritual Superior para sustentar seu grandioso trabalho de amparo a toda a humanidade encarnada e desencarnada. Sua pratica é um dever que todo espírita consciencioso, deve habituar-se.
4. O que é preciso ter para a realização do Evangelho no Lar?
O desejo sincero de aprender e praticar os ensinamentos transmitidos por Jesus, um exemplar d'O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO de Allan Kardec, e um livro de mensagens.
5. Qual é a rotina do Evangelho no Lar?
Inicia-se com uma prece de abertura, que deverá ser seguida mentalmente por todos. Logo após, deve ser lido um breve trecho do Evangelho Segundo O Espiritismo, que deverá ser comentado por aqueles que o desejarem, para melhor compreensão dos ensinamentos que a passagem encerra. Pode, ainda, ser lida uma passagem de um livro de mensagens, que como o Evangelho deverá ser comentado sucintamente. No momento seguinte, todos, unidos uns aos outros, concentram-se em Jesus e acompanham mentalmente as vibrações. A reunião termina com uma prece de encerramento, agradecendo a Deus, a Jesus e aos Mentores Espirituais pela tarefa executada e pelas bênçãos recebidas.
Música instrumental suave em volume brando favorece uma melhor ambientação para a realização do Evangelho.
Pode-se deixar água filtrada para ser fluidificada durante a reunião, devendo a mesma ser bebida por todos da família, logo após o término do Evangelho.
Prece de Abertura
E uma oração simples, feita de coração, onde conversamos com Jesus expondo nossos propósitos da realização do Evangelho, pedindo sua companhia e dos Mentores Espirituais, solicitando permissão para o estudo do Evangelho e pedindo forças para a nossa reforma íntima. Finaliza-se esta prece com um "Pai-Nosso".
Leitura do Evangelho e de Mensagens
Tanto na leitura do Evangelho quanto na da mensagem o procedimento é o mesmo. Abre-se o livro "ao acaso", pedindo auxílio do Plano Espiritual Maior. Qualquer membro da família poderá ler, devendo os demais prestar atenção. Em seguida, à leitura todos os presentes que desejarem devem comentar sucintamente, em voz alta, o que entenderam do texto lido. O comentário da passagem lida não deverá tornar-se polêmico ou desviar-se do seu curso, a fim de que não se estabeleça conturbação vibratória.
Note que O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO possui uma numeração ao lado de alguns parágrafos. O trecho a ser lido é aquele compreendido por um único número.
Vibrações
São doações de energia em favor de nossos irmãos através do pensamento. Um membro da família deverá falar em voz alta para que todos escutem e, mentalizando Jesus, vibrem.
Entre um e outro item das vibrações deverá haver pausa, para emissão de sentimentos de amor e fraternidade. Podemos vibrar:
pela paz do mundo,
pelo amparo aos pobres,
pela saúde dos enfermos,
pela unificação das religiões,
por nossos familiares e amigos,
pelo reerguimento dos decaídos,
pela reabilitação dos presidiários,
Outros itens poderão ser incluídos.
por todos os trabalhadores do bem,
pela harmonia nos lares desajustados,
pela iluminação dos Espíritos sofredores,
pelo desenvolvimento espiritual da juventude,
pela confraternização com os nossos desafetos,
pela proteção aos velhos e crianças abandonados,
por nós mesmos
Prece de Encerramento
É um agradecimento a Deus, a Jesus e aos Mentores pêlos ensinamentos e bênçãos recebidos durante o Evangelho e pela colaboração e companhia diária.
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